Trolagem, "mimimi" e fuga argumentativa.(P.S. nao sou brasileiro de nascença,seria melhor ter visto contra argumentação do que cata-virgulas bobo).
Nada de novo na agenda ateísta.
Já já vou postar aqui o porquê (acompanhe a "racionalização" Rapid fire e veja se guarda alguma coisa para além de queixume e Ad hominens de 5 tostões)da falácia do "coelho da Páscoa" ser das mais tolas que existem:
(Dragão da garagem de Sagan,muda só a "jaqueta" do argu..ups..falácia ruim:
Senta aí e aprende que eu não tenho medo dos textos do Snowball. Eu inclusive já tinha lido este texto antes e só não respondi porque o autor é um confesso ignorante na bíblia.
O primeiro erro crasso da história é fazer uma analogia entre um ser FÍSICO por definição (um dragão) e um ser metafísico – Deus. Essa é a falácia da Inversão de Planos. A alegação da existência de algo físico é verificada empiricamente. Já a discussão sobre a existência de algo metafísico é discutido no plano FILOSÓFICO, que está um nível acima do científico. Nesse caso, a ausência de evidências empíricas esperadas para algo empírico é suficiente para dizer que esse algo não existe.
Aqui Snowball já demonstra a sua completa ignorância bíblica e teológica. Antes de Isaías, Jeová era acessível e presente. Ele cria o homem em sua imagem e semelhança, aparece FISICAMENTE para Abraão, Moisés e boa parte dos hebreus exilados, e Jacó.
No final do Êxodo, inclusive, ele chega a morar em uma tenda:
Então a nuvem cobriu a tenda da congregação, e a glória do SENHOR encheu o tabernáculo;
De maneira que Moisés não podia entrar na tenda da congregação, porquanto a nuvem permanecia sobre ela, e a glória do SENHOR enchia o tabernáculo.
Quando, pois, a nuvem se levantava de sobre o tabernáculo, então os filhos de Israel caminhavam em todas as suas jornadas.
Se a nuvem, porém, não se levantava, não caminhavam, até ao dia em que ela se levantasse;
Porquanto a nuvem do SENHOR estava de dia sobre o tabernáculo, e o fogo estava de noite sobre ele, perante os olhos de toda a casa de Israel, em todas as suas jornadas.
Coisas como o dilúvio deveriam gerar provas físicas das alegações bíblicas. Mas não há NADA. Temos aí a aplicação da metáfora do Dragão Invisível.
Quanto a essa história de plano metafísico (que ele não conseguirá provar, é claro) é influência helênica na construção da mitologia Abraâmica que começou a tomar forma com Fílon de Alexandria. O que Snowball está querendo é pegar carona no cavalo de São Jorge e fingir que essa sempre foi a visão dos religiosos sobre Jeová e que essa dualidade sempre existiu.
Suponhamos que o crente use a velha desculpa da “metáfora” ou que o velho testamento não vale mais nada. Ainda sim teríamos a figura de Jesus que segundo a lenda é Jeová em carne. E como já foi dito, apesar da descrição de uma catástrofe seguida de “muitas ressuscitações” testemunhadas por “muitas pessoas” ainda sim não temos qualquer registro independente de tal evento. O Dragão Invisível outra vez.
Claro que a refutação, seguindo a linha da história de Sagan, que vem em 95% dos casos é: “Mas esse Dragão não é um Dragão comum; é um Dragão imaterial e espiritual”. Mas um ser que não tenha forma nem características físicas pode sequer ser chamado de Dragão? Esse é o estratagema erístico da Distinção de Emergência. Palavras e nomes não surgem sem causa do nada; eles se referem a entes específicos de acordo com a necessidade de indicar historicamente, sendo que cada nome possibilita o entendimento e a diferenciação dos entes. E o que diferencia os seres físicos um dos outros são suas características essenciais de forma e etc. Como sabemos que uma flor não é uma pedra? Pelas suas características físicas. Mas se um ente X perde TODAS suas características físicas, como ainda podemos chamá-lo pelo seu nome físico? Essa seria uma violação absurda de qualquer noção de identidade.
Mais uma vez, temos Snowball tentando aplicar sem sucesso o que aprendeu em “Como vencer um debate sem precisar ter razão”. Jeová já se manisfestou fisicamente (inclusive escondendo-se de costas para Moisés) inúmeras vezes.
Daí pra baixo temos as bobagens de sempre como a ignorância do que se refere o agnosticismo e a tentativa desesperada de salvar deus através do solipsismo.
Boa sorte na continuaçao do auto-convencimento de que "marxismo ateista é legal" e uma "boa filosofia (?)".~
Abraços 
Guarde seu espantalho para você. Marxismo é uma estultice tão grande quanto a religião.