19 de Maio de 2012, 00:23

Autor Tópico: Evangelhos: Fidedignos ou não?  (Lida 1382 vezes)

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Offline Davi Bereiano

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Evangelhos: Fidedignos ou não?
« Online: 12 de Outubro de 2011, 17:42 »
Segue um texto que compila uma resposta apologética ao argumento ateísta"A Bíblia não pode ser usada para comprovar a historicidade de Cristo"

Um procedimento que pode ser notado em debates com neo-ateus é uma insistência em afirmar que Jesus nunca existiu. Quando eu debatia na Contradições do Ateísmo, os neo-ateus primeiro afirmavam que Jesus não tinha existido (no sentido de não existir SEQUER como uma pessoa comum). Em seguida, confrontados para justificar sua alegação, eles respondiam de alguma maneira como essa [1]:

NEO-ATEU: Então prove que Jesus existiu, e quero fontes que não sejam a Bíblia.
Os teístas costumavam baixar a cabeça para essa exigência e tentavam trazer fontes extra-bíblicas para dar suporte a tese de que existiu uma pessoa chamada Jesus naquela época. E embora alguns autores defendam que o referencial fora da Bíblia existe (assunto que não é do escopo do post), uma dúvida fica: por que necessariamente extra-bíblicas? Por que, a priori, segundo o argumento neo-ateu, a fonte bíblica não pode ajudar a estabelecer a existência da pessoa Jesus? Quando alguém sugeria que a Bíblia podia cumprir esse papel, uma outra resposta, como a seguinte, era postada:

NEO-ATEU: Ah sim, então eu também posso provar que Maomé existiu pelo Alcorão, que Isis existiu pelo Livro dos Mortos e que Zeus existiu pela mitologia grega. A fonte NÃO pode ser a Bíblia. Tem que ser FORA da Bíblia, entendeu agora o porquê?
Uma confusão infeliz surge nesse ponto. Obviamente, uma pessoa que faz esse tipo de raciocínio deve achar que o argumento estava sendo feito da seguinte maneira:

1.Tudo que a Bíblia diz é verdade;
2.A Bíblia diz que Jesus existiu;
3.Logo, o fato de que Jesus existiu é verdade;
E, a menos que o teísta tivesse como dar um suporte para (1) que não exista para o Alcorão ou para o Livro dos Mortos, por exemplo, já que (2) é obviamente verdade, não podemos chegar à conclusão desejada. Um único problema: o argumento NÃO precisa ser necessariamente assim.

Uma coisa precisa ficar clara: a Bíblia não caiu prontinha do céu, com zíper, capa, edição e tudo mais. O que existe hoje como Bíblia (ou como Novo Testamento, que é o que mais interessa aqui) é um compilado de documentos originalmente esparsos produzidos por diversas pessoas ao longo de algumas décadas. E os historiadores não precisam partir desses documentos comoa  “verdade sagrada”. Esses documentos podem ser analisados como documentos históricos sujeitos à análise histórica. A única diferença deles para documentos fora da Bíblia é que… eles foram reunidos na Bíblia.

Reunidos esses documentos (como os Evangelhos sinóticos), os historiadores se perguntam: qual a hipótese que melhor explica o surgimento desses documentos? Afinal, alguém realmente acredita que os documentos surgiram do nada, para o nada e por nada, sem causa, simplesmente pipocando à existência sem razão? (Bem, talvez alguns neo-ateus, já que eles defendem que foi assim que o Universo surgiu….)

Enfim, os motivos que explicam a existência desses documentos são consubstanciados em uma hipótese. Depois disso, julga-se a melhor. Para fazer esse julgamento, alguns critérios, como os seguintes, devem ser observados:

(1) A hipótese deve implicar em outras afirmações que descrevam os dados conseguidos;
(2) A hipótese deve ter um escopo explanatório maior (i.e., levaria a observar uma maior variedade dos dados) que as hipóteses rivais;
(3) A hipótese deve ter um poder explanatório maior (i.e., faz os dados serem mais prováveis) que as hipóteses rivais;
(4) A hipótese deve ser mais plausível que as hipóteses rivais;
(5) A hipótese deve ser desconfirmada por menos crenças já aceitas (i.e., em conjunto com verdades aceitas, implica em menos afirmações falsas) que as hipóteses rivais;
(6) A hipótese deve ser tão superior no preenchimento das condições (1) a (5) que há pouca chance de uma hipótese rival, depois de mais estudos, exceda sua capacidade de preencher essas condições;
Pela lei do terceiro excluído, só temos duas hipóteses para esse caso:

(1) “Existiu uma pessoa chamada Jesus” (que teria inspirado o movimento cristão, o registro dos fatos escritos no Novo Testamento e o martírio de seus seguidores);
(2) “Não existiu uma pessoa chamada Jesus” (e o que houve foi que algumas pessoas se reuniram, criaram toda a história por alguma razão e arriscaram suas vidas, tudo a partir de uma ilusão que eles mesmos criaram);
Qual é a hipótese mais razoável para explicar a existência desses documentos? Isso é algo para de discutir. Mas o importante é que não há nenhum motivo a priori para descartar os documentos que foram compilados no que hoje chamamos de Bíblia como fonte para pesquisa histórica. Se o neo-ateu quiser dizer que a Bíblia não pode ser usada por historiadores para sua pesquisa, então ele deve dar um argumento a posteriori – um motivo para confiarmos em uma hipótese que explica melhor os documentos que estão na Bíblia dentro de uma continuidade histórica sem a existência de Jesus do que a hipótese que Jesus existiu.

“Ah, mas e o Alcorão, serve como pesquisa para demonstrar Maomé?”. É claro que, a princípio, pode servir. Dado que existem esses documentos do Alcorão, a hipótese de que existiu um Maomé histórico explica melhor a existência desses documentos ou não? Discuta-se isso, oras. Se ele (ou Jesus) eram verdadeiros mensageiros religiosos, essa é uma outra história, que talvez já entre no campo da Filosofia (depende se consideramos a existência de Deus, etc).

Enfim, os teístas podem ficar ligados. Colocada no plano certo, a Bíblia pode sim, a princípio, servir para ajudar a estabelecer a existência de Jesus.



http://teismo.net/quebrandoneoateismo/2011/07/29/tcnica-bblia-no-pode-ajudar-a-estabelecer-existncia-de-jesus/#comment-4415
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Offline Cameron

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Re:Evangelhos: Fidedignos ou não?
« Responder #1 Online: 13 de Outubro de 2011, 20:24 »
spider_man, você e o trollmado não entenderam o ponto principal, qual a relevância que teria ter ou não existido uma pessoa que deu origem ao mito?

Se houve ou não uma enchente que deu origem ao mito do dilúvio isso faz alguma diferença? Vai deixar de ser mito se houver algum resquício de verdade? O mundo teria tido uma inundação global que cobriu o Everest se o mito surgisse apenas da imaginação?

O mesmo se aplica aos evangelhos, qual o ponto? Se existiu e não foi como eles relatam as crenças cristãs deixariam de se basear em uma mitologia?

Existem argumentos contra tal existência e eles são descritos no link: http://ateus.net/artigos/critica/jesus-cristo-nunca-existiu/

Mas, para fins da discussão, se ele foi um mero mortal que os relatos de sua vida atingiram proporções mitológicas e não era filho de Deus qual a grande sacada dessa argumentação toda?

A história do Superman é apenas um mito, mas existiu mesmo um repórter chamado Clark que gostava de ajudar as pessoas...

Dããããããããããã :emoticon84:
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Offline Verdugo

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Re:Evangelhos: Fidedignos ou não?
« Responder #2 Online: 13 de Outubro de 2011, 20:57 »
Citar
NEO-ATEU: Ah sim, então eu também posso provar que Maomé existiu pelo Alcorão, que Isis existiu pelo Livro dos Mortos

Quem diria, o nível de ignorância histórica dos crentinhos consegue ser ainda maior que o dos ateuzinhos... achava que isso era impossível.

Offline Davi Bereiano

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Re:Evangelhos: Fidedignos ou não?
« Responder #3 Online: 02 de Novembro de 2011, 16:49 »
spider_man, você e o trollmado não entenderam o ponto principal, qual a relevância que teria ter ou não existido uma pessoa que deu origem ao mito?

Se houve ou não uma enchente que deu origem ao mito do dilúvio isso faz alguma diferença? Vai deixar de ser mito se houver algum resquício de verdade? O mundo teria tido uma inundação global que cobriu o Everest se o mito surgisse apenas da imaginação?

O mesmo se aplica aos evangelhos, qual o ponto? Se existiu e não foi como eles relatam as crenças cristãs deixariam de se basear em uma mitologia?

Existem argumentos contra tal existência e eles são descritos no link: http://ateus.net/artigos/critica/jesus-cristo-nunca-existiu/

Mas, para fins da discussão, se ele foi um mero mortal que os relatos de sua vida atingiram proporções mitológicas e não era filho de Deus qual a grande sacada dessa argumentação toda?

A história do Superman é apenas um mito, mas existiu mesmo um repórter chamado Clark que gostava de ajudar as pessoas...

Dããããããããããã :emoticon84:


kk Artigos "contra a existência de Jesus" são piadas refutadas há séculos pelo maiores historiadores do mundo (já respondi a isso noutro tópico,citei livros e autores- mesmo artigo).

Pelo simples facto de que nenhum livro histórico DE RELEVÃNCIA,põe em jogo a existência de Jesus. Esses "argumentos" são apenas suposições não provadas,pela simples razão que o ateísmo não tem resposta contra o argumento da ressurreição de Jesus,documentada por fontes independentes e comprovada pelas mortes hediondas sofridas por aqueles que a documentaram (= ninguém arriscaria a "pele" por "um mito" que eles mesmo testificaram SER VERDADE - ~equivale a dizer que TODOS MENTIRAM,MORRERAM POR NADA E TUDO NÃO PASSOU DE UMA CONSPIRAÇÃO (cujo fim era morrer pendurado numa cruz de cabeça para baixo (?)) - tem aqui muito para provar,ônus do seu lado - só aceito DOCUMENTAÇÃO HISTÓRICA e não "teoria mirabolante neo ateísta não comprovada").

Ah..então o ponto é o "mito"...sei...ônus da sua parte mais uma vez (anote: tem de mostrar que OS APOSTOLOS MENTIRAM, QUE O JESUS HISTÓRICO NÃO ERA O FILHO DE DEUS RELATADO NA BÍBLIA,QUE TODAS AS PESSOAS AO LONGO DOS TEMPOS QUE ASSEGURAM TEREM TIDO EXPERIÊNCIAS PESSOAIS COM DEUS ESTAVAM ALUCINADAS,QUE A RESSURREIÇÃO DE CRISTO FOI ARMAÇÃO E O PORQUÊ DE UM "MITO" SER VERDADE COMPROVADA PARA TANTAS PESSOAS (COLOQUE AI HOMENS COMO ISAAC NEWTON,M.L.KING,DESCARTES E MUITOS OUTROS DO NAIPE)AO LONGO DOS TEMPOS E PORQUE FOI "JESUS" QUEM VINGOU E NÃO FOI O "CAVALO DE TRÓIA" POR EXEMPLO).

Portanto,vai ter de saber dominar bem áreas como Histórica,Psicologia do Comportamento,Psicanálise e "Teorias da Conspiração" à lá Dan Brown.

Aceita o desafio?

No aguardo.. :emoticon1:
« Última modificação: 02 de Novembro de 2011, 16:51 por spider_man »
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Offline Davi Bereiano

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Re:Evangelhos: Fidedignos ou não?
« Responder #4 Online: 02 de Novembro de 2011, 16:59 »
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NEO-ATEU: Ah sim, então eu também posso provar que Maomé existiu pelo Alcorão, que Isis existiu pelo Livro dos Mortos

Quem diria, o nível de ignorância histórica dos crentinhos consegue ser ainda maior que o dos ateuzinhos... achava que isso era impossível.

kkk guarde o seu espantalho para si  :emoticon19:

Vamos de novo:

(1) A hipótese deve implicar em outras afirmações que descrevam os dados conseguidos;
(2) A hipótese deve ter um escopo explanatório maior (i.e., levaria a observar uma maior variedade dos dados) que as hipóteses rivais;
(3) A hipótese deve ter um poder explanatório maior (i.e., faz os dados serem mais prováveis) que as hipóteses rivais;
(4) A hipótese deve ser mais plausível que as hipóteses rivais;
(5) A hipótese deve ser desconfirmada por menos crenças já aceitas (i.e., em conjunto com verdades aceitas, implica em menos afirmações falsas) que as hipóteses rivais;
(6) A hipótese deve ser tão superior no preenchimento das condições (1) a (5) que há pouca chance de uma hipótese rival, depois de mais estudos, exceda sua capacidade de preencher essas condições


Explica quase tudo (relativamente à pergunta do tópico e não a desvios causados pelos foristas - bastaria "encaixar-se" aí Jesus e teríamos um debate produtivo...mas...não rolou rs...fica para uma próxima..espero :emoticon16:)
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Offline Pastorgentil

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Re:Evangelhos: Fidedignos ou não?
« Responder #5 Online: 02 de Novembro de 2011, 17:52 »
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NEO-ATEU: Ah sim, então eu também posso provar que Maomé existiu pelo Alcorão, que Isis existiu pelo Livro dos Mortos

Quem diria, o nível de ignorância histórica dos crentinhos consegue ser ainda maior que o dos ateuzinhos... achava que isso era impossível.

kkk guarde o seu espantalho para si  :emoticon19:

Vamos de novo:

(1) A hipótese deve implicar em outras afirmações que descrevam os dados conseguidos;
(2) A hipótese deve ter um escopo explanatório maior (i.e., levaria a observar uma maior variedade dos dados) que as hipóteses rivais;
(3) A hipótese deve ter um poder explanatório maior (i.e., faz os dados serem mais prováveis) que as hipóteses rivais;
(4) A hipótese deve ser mais plausível que as hipóteses rivais;
(5) A hipótese deve ser desconfirmada por menos crenças já aceitas (i.e., em conjunto com verdades aceitas, implica em menos afirmações falsas) que as hipóteses rivais;
(6) A hipótese deve ser tão superior no preenchimento das condições (1) a (5) que há pouca chance de uma hipótese rival, depois de mais estudos, exceda sua capacidade de preencher essas condições


Explica quase tudo (relativamente à pergunta do tópico e não a desvios causados pelos foristas - bastaria "encaixar-se" aí Jesus e teríamos um debate produtivo...mas...não rolou rs...fica para uma próxima..espero :emoticon16:)
:emoticon266: Estou de camarote observando a derrota do Kramer. ainda bem que eu não fui embora.  :emoticon16:


"Eu não ensino e não mando.
Ensinando sai cópia, mandando sai escravo.
Eu transmito meu espírito."
(Kan-Ichi Sato)

Offline Lordakner

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Re:Evangelhos: Fidedignos ou não?
« Responder #6 Online: 02 de Novembro de 2011, 18:49 »
Pelo simples facto de que nenhum livro histórico DE RELEVÃNCIA,põe em jogo a existência de Jesus.
Não.
Você pode encontrar diversos livros históricos que tratem do CRISTIANISMO (Ex. Edward Gibbon em: A História do Declínio e da Queda do Império Romano, onde o autor diz que a adoção do Cristianismo foi uma das causas da queda de Roma Imperial).
Mas não há NENHUM LIVRO Histórico DE RELEVÂNCIA que trate da existência de Jesus.
Da mesma forma voce encontrará DIVERSOS LIVROS que tratam do BUDISMO.
Mas nenhum livro histórico que aceite coisas como essas:

Certa noite, a rainha sonhou que um elefante branco descia do paraíso e ingressava em seu útero. Esse ingresso foi um presságio de que concebera um ser puro e poderoso e a descida do elefante do paraíso, um indício de que seu filho vinha do céu de Tushita, a Terra Pura de Buda Maitreya.

Mais tarde, quando a rainha deu à luz, em vez de sentir dor, ela teve uma visão muito especial e pura. Viu-se apoiada numa árvore, segurando um de seus ramos com a mão direita, enquanto os deuses Brahma e Indra tiravam de seu flanco, sem dor, uma criança. Os deuses, então, reverenciavam a criança, oferecendo-lhe abluções rituais.


Como FATOS HISTÓRICOS.
Pensei que isso fosse meio óbvio.
:/
O Nascedor

Por que será que o Che tem esse perigoso costume
de seguir sempre renascendo?
Quanto mais o insultam, o manipulam o radicionam, mais renasce.
Ele é o mais renascedor de todos!
Não será porque o Che dizia o que pensava, e fazia o que dizia?
Não será por isso, que segue sendo tão extraordinário, num mundo em que
as palavras e os fatos raramente se encontram?
E quando se encontram, raramente se saúdam, porque não se reconhecem?

Eduardo Galeno (Uruguai)

Offline Verdugo

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Re:Evangelhos: Fidedignos ou não?
« Responder #7 Online: 02 de Novembro de 2011, 18:52 »
Que derrota, meu filho? Só comentei que me impressiona a ignorância de realizar uma comparação de Maomé com Jesus e Ísis (experimente, por exemplo, dizer que Maomé era um deus em algum país maometanoo para ver o que te acontece).

Não disse em nenhum momento que não considero que Jesus não tenha existido, opinião que pelo que sempre li por aqui e no RV só os ateus mais bizarros como o AB defendem.

Offline Davi Bereiano

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Re:Evangelhos: Fidedignos ou não?
« Responder #8 Online: 02 de Novembro de 2011, 18:54 »
Pelo simples facto de que nenhum livro histórico DE RELEVÃNCIA,põe em jogo a existência de Jesus.
Não.
Você pode encontrar diversos livros históricos que tratem do CRISTIANISMO (Ex. Edward Gibbon em: A História do Declínio e da Queda do Império Romano, onde o autor diz que a adoção do Cristianismo foi uma das causas da queda de Roma Imperial).
Mas não há NENHUM LIVRO Histórico DE RELEVÂNCIA que trate da existência de Jesus.
Da mesma forma voce encontrará DIVERSOS LIVROS que tratam do BUDISMO.
Mas nenhum livro histórico que aceite coisas como essas:

Certa noite, a rainha sonhou que um elefante branco descia do paraíso e ingressava em seu útero. Esse ingresso foi um presságio de que concebera um ser puro e poderoso e a descida do elefante do paraíso, um indício de que seu filho vinha do céu de Tushita, a Terra Pura de Buda Maitreya.

Mais tarde, quando a rainha deu à luz, em vez de sentir dor, ela teve uma visão muito especial e pura. Viu-se apoiada numa árvore, segurando um de seus ramos com a mão direita, enquanto os deuses Brahma e Indra tiravam de seu flanco, sem dor, uma criança. Os deuses, então, reverenciavam a criança, oferecendo-lhe abluções rituais.


Como FATOS HISTÓRICOS.
Pensei que isso fosse meio óbvio.
:/

kkk

Você deve ser o ateu que eu mais gosto de refutar de todos... :emoticon13:

Já já vou desmanchar esse seu espantalho. :emoticon22:
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Martinho Lutero

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Re:Evangelhos: Fidedignos ou não?
« Responder #9 Online: 02 de Novembro de 2011, 18:57 »
No aguardo.
Depois vamos discutir a veracidade de Maomé.
O VERDADEIRO PROFETA.
:/
O Nascedor

Por que será que o Che tem esse perigoso costume
de seguir sempre renascendo?
Quanto mais o insultam, o manipulam o radicionam, mais renasce.
Ele é o mais renascedor de todos!
Não será porque o Che dizia o que pensava, e fazia o que dizia?
Não será por isso, que segue sendo tão extraordinário, num mundo em que
as palavras e os fatos raramente se encontram?
E quando se encontram, raramente se saúdam, porque não se reconhecem?

Eduardo Galeno (Uruguai)

Offline Verdugo

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Re:Evangelhos: Fidedignos ou não?
« Responder #10 Online: 02 de Novembro de 2011, 19:02 »
Maomé chacinou gente demais pra dizermos que não existiu :/

Offline Lordakner

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Re:Evangelhos: Fidedignos ou não?
« Responder #11 Online: 02 de Novembro de 2011, 19:05 »
Maomé chacinou gente demais pra dizermos que não existiu :/
Coitadim de Gezuis.
Foi só um dos milhares de judeuzecos que Roma Imperial e Portentosa pregou num pau, só para ter o que fazer naquele cu-de-mundo quente e poirento.
:/
O Nascedor

Por que será que o Che tem esse perigoso costume
de seguir sempre renascendo?
Quanto mais o insultam, o manipulam o radicionam, mais renasce.
Ele é o mais renascedor de todos!
Não será porque o Che dizia o que pensava, e fazia o que dizia?
Não será por isso, que segue sendo tão extraordinário, num mundo em que
as palavras e os fatos raramente se encontram?
E quando se encontram, raramente se saúdam, porque não se reconhecem?

Eduardo Galeno (Uruguai)

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Re:Evangelhos: Fidedignos ou não?
« Responder #12 Online: 02 de Novembro de 2011, 19:20 »
Pelo simples facto de que nenhum livro histórico DE RELEVÃNCIA,põe em jogo a existência de Jesus.
Não.
Você pode encontrar diversos livros históricos que tratem do CRISTIANISMO (Ex. Edward Gibbon em: A História do Declínio e da Queda do Império Romano, onde o autor diz que a adoção do Cristianismo foi uma das causas da queda de Roma Imperial).
Mas não há NENHUM LIVRO Histórico DE RELEVÂNCIA que trate da existência de Jesus.
Da mesma forma voce encontrará DIVERSOS LIVROS que tratam do BUDISMO.
Mas nenhum livro histórico que aceite coisas como essas:

Certa noite, a rainha sonhou que um elefante branco descia do paraíso e ingressava em seu útero. Esse ingresso foi um presságio de que concebera um ser puro e poderoso e a descida do elefante do paraíso, um indício de que seu filho vinha do céu de Tushita, a Terra Pura de Buda Maitreya.

Mais tarde, quando a rainha deu à luz, em vez de sentir dor, ela teve uma visão muito especial e pura. Viu-se apoiada numa árvore, segurando um de seus ramos com a mão direita, enquanto os deuses Brahma e Indra tiravam de seu flanco, sem dor, uma criança. Os deuses, então, reverenciavam a criança, oferecendo-lhe abluções rituais.


Como FATOS HISTÓRICOS.
Pensei que isso fosse meio óbvio.
:/

Não sei se é seu ateísmo de combate falando mais alto ou se é auto-convencimento mesmo. Mas seu espantalho arde nos olhos de tão ignorante que é.

1º Sua citação do livro de E.Gibbon diz que a adoção do Cristianismo foi uma das causas da queda do Império Romano.E?? O que isso implica para  o caso tratado?

2º Já já vou desmontar teu espantalho,queimá-lo na fogueira, guardar as cinzas numa caixa e mandar para todos os neo ateus que ainda pensam que Jesus não existiu(ou assim o desejam), em pleno século XXI e como uma coisa maravilhosa chamada INTERNET,bastando apenas uma "googlada" longe de "ateus.net" e similares para se constantar um fato ensinado nas ESCOLAS DE TODO O MUNDO.

3º ANOTE , só para você,vou entupir a tela (2ª vez que o faço neste fórum...)com OBRAS DE HISTORIADORES RENOMADOS QUE TRATAM DO ASSUNTO:

. "O Julgamento de Jesus", de Gordon Thomas (Ed. Thomas Nelson
Brasil, 2005);
. "A Dinastia de Jesus", de James D. Tabor (Ed. Ediouro, 2006);
. "O Evangelho Reunido", de Juanribe Pagliarin (Ed. Landscape,
2005);
. "A Tumba da Família de Jesus", de Simcha Jacobovici et al (Ed.
Planeta, 2007);
. "Arqueologia de Madalena", de Fernanda de Camargo-Moro (Ed.
Record, 2004);
 "A Crucificação de Jesus", de Frederick T. Zugibe (Ed.
Edeiaeação, 2008);
. "A Gruta de São João Batista", de Shimon Gibson (Ed. Record,
2008)

O Evangelho de Tomé", traduzido e comentado por Jean-Yves Leloup
(Ed. Vozes, 2002;
 "A Paixão de Cristo: Mel Gibson e a Filosofia", coord. de William
Irwin, com artigos de diversos autores (Ed. Madras, 2004);
. "Vida de Jesus", de Ernest Renan. Primeira edição feita no
Brasil. (Ed. Martin Claret, 2003;
. "A Essência do Cristianismo", de Ludwig Feuerbach (Ed. Vozes,
2007);

H.G.Wells "The outline of History: Being a Plain History of Life and Mankind"

Randal Niles "The Great Pursuit e What Happened to Me"


Vou postar mais...


Para que fique claro: negar  a historicidade de Cristo é um ABSURDÁRIO DE TODO O TAMANHO EM HISTÓRIA, perólas do tipo "NENHUM LIVRO EXISTE SOBRE O ASSUNTO(?)" É DE UMA IGNORÂNCIA EXTREMA, de alguém que está cego por uma ideologia e não BUSCA IMPARCIALIDADE NO QUE ESCREVE.

Atenção aos "ateus.net" e similares ,amigo,eles são um tanto tendenciosos..não use eles porque NENHUM HISTORIADOR QUE SE PREZE,NEGA A HISTORICIDADE DE CRISTO (NÃO ESTOU FALANDO DO RECONHECIMENTO DA SUA DIVINDADE..),NEM HOJE,NEM ONTEM NEM FUTURAMENTE,isso eu lhe garanto.


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Offline Lordakner

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Re:Evangelhos: Fidedignos ou não?
« Responder #13 Online: 02 de Novembro de 2011, 19:38 »
3º ANOTE , só para você,vou entupir a tela (2ª vez que o faço neste fórum...)com OBRAS DE HISTORIADORES RENOMADOS QUE TRATAM DO ASSUNTO:

. "O Julgamento de Jesus", de Gordon Thomas (Ed. Thomas Nelson
Brasil, 2005);

Não pague este tipo de MICO, filho:

O Julgamento de Jesus
Mostra uma narrativa dramática da vida e morte de Jesus. Neste livro, o famoso jornalista Gordon Thomas nos dá um relato jornalístico baseado em pesquisas sobre a vida e crucificação de Cristo.

O livro examina a identidade de Jesus, tanto como pessoa quanto como um judeu, em um contexto histórico.

Narra a cronologia dos eventos que foram mostrados nos Evangelhos e também mostra características dos personagens que foram envolvidos.

Um ótimo registro biográfico com base bíblica, com conclusões surpreendentes.
http://www.gsmfans.com.br/index.php?topic=151385.0

Ele não é HISTORIADOR.
É JORNALEIRO!!!

A "Fonte" dele é a Bíbria.
 :emoticon12: :emoticon12: :emoticon12:
Ou seja:
Mais um livro lixo fito para arrancar dinheiro dos Fiéis trouxas, como já não bastassem os pastorecos.
 :emoticon12: :emoticon12: :emoticon12:

O Nascedor

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Quanto mais o insultam, o manipulam o radicionam, mais renasce.
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Não será porque o Che dizia o que pensava, e fazia o que dizia?
Não será por isso, que segue sendo tão extraordinário, num mundo em que
as palavras e os fatos raramente se encontram?
E quando se encontram, raramente se saúdam, porque não se reconhecem?

Eduardo Galeno (Uruguai)

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Re:Evangelhos: Fidedignos ou não?
« Responder #14 Online: 02 de Novembro de 2011, 19:40 »
Citar
No aguardo.
Depois vamos discutir a veracidade de Maomé.
O VERDADEIRO PROFETA.

Certo.

Espero que tenha conhecimento suficiente sobre o assunto e não fique de "ateus.net".


Citar
Coitadim de Gezuis.
Foi só um dos milhares de judeuzecos que Roma Imperial e Portentosa pregou num pau

Portanto,existiu..é isso?

Se auto-refutou em menos de 10 minutos..:/

Agora altura de trazer alguns historiadores de renome para queimar de vez o seu espantalho e aí sim,podemos passar para "seu" Maomé:

C.Behan McCullough : “The rationality of emotions and emotional behaviour”, Australasian Journal of Philosophy, 68 (1990), 44-58.

“The unifying themes of historical narratives”, Philosophy of the Social Sciences, 19 (1989), 55-74.

“Theology of atonement”, Theology, 91 (1988) 392-400.

“The virtue of cognitive relativism”, Australasian Journal of Philosophy, 66 (1988), 101-4.

“The relations between symbols and what they symbolize”, Social Science Information, 27 (1988), 295-307.

“The truth of historical narratives”, History and Theory, Beiheft 26 (1987), 30-46.

“The intelligibility of cognitive relativism:, The Monist, 67 (1984), 327-40.

“Historical realism”, Philosophy and Phenomenological Research, 40 (1980) 420-5.

“Colligation and classification in history”, History and Theory 17 (1978), 267-84.

“The nature of historical inferences” Revue Internationale de Philosophie, 121-2 (1977), 351-9

“The individuation of actions and acts”, Australasian Journal of Philosophy, 54.2 (1976), 133-9.

“Causal theories of action”, Philosophical Studies 27 (1975) 201-9.

“Historical instrumentalism”, History and Theory, 12.3 (1973), 290-306.

“Interpretation in history”, The Australian Journal of Politics and History, XVII (1971), 215-29.

“Narration and explanation in history”, Mind 78 no.310 (1969), 256-61.

“Croce’s philosophy of history”, Historical Studies, 13 (1967), 86-93


L. Michael White, Professor de História Classica e Religião, da Universidade do Texas (Austin): Fields: New Testament and Christian Origins, Graeco-Roman Religions

 Fergus Milar, Camden Professor of Ancient History, Emérito, da Universidade de Oxford: •'Transformations of Judaism under Graeco-Roman Rule', Journal of Jewish Studies 57 (2006), 139-158.

 Geofrey Ernerst Maurice of Ste Croix, Professor da Universidade de Oxford: ""É imprescindivel que comecemos com um fato central sobre as origens cristãs, à qual os teólogos e estudiosos do Novo Testamento não (até onde sei) tem dado ênfase merecida: a de que embora os documentos mais antigo cristãs tenham sido escritos em grego, e o Cristianismo tenha se espalhado de cidade em cidade no mundo greco-romano, seu fundador viveu e pregou quase inteiramente fora da civilização greco-romana propriamente dita" (esse daí,um colega seu,marxista roxo)

"Concluo, portanto, que a este respeito os Evangelistas refletem exatamente a situação que encontraram em suas fontes, e parece-me que essas fontes muito provávelmente apresentam um retrato fiel do locus geral da atividade de Jesus."(1)


(1)Geoffrey Ernest Maurice de Ste Croix (1983), The Class Struggle in the Ancient Greek World: From the Arcaic Period to the Arab Conquest, fl. 429-430



Ficamos por aqui antes que o espantalho vire pó,né? :emoticon12:


Esperarei por "Maomé"--> Jesus vs Maomé,qual o verdadeiro profeta?..Espero que esteja BEM à vontade no tema.

[]s
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Martinho Lutero

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Re:Evangelhos: Fidedignos ou não?
« Responder #15 Online: 02 de Novembro de 2011, 19:43 »
"A Tumba da Família de Jesus", de Simcha Jacobovici et al (Ed.

Cineasta exibe relíquias que diz ser da tumba de Jesus

Publicada em 26/02/2007 às 23h40m
Reuters/Brasil Online

NOVA YORK - O cineasta americano James Cameron apresentou nesta segunda-feira artefatos que, segundo ele, podem ter vindo da tumba de Jesus, que também teria abrigado os restos mortais de Maria Madalena e do filho deles, Judá. ( veja fotos )

No entanto, especialistas disseram que tratou-se apenas de um chamariz publicitário, provavelmente falso, para um documentário e um livro lançados pelo diretor de "Titanic'' e "O Exterminador do Futuro''.

Cameron e um grupo de acadêmicos apresentaram dois ossuários de pedra que segundo eles contiveram os ossos de Jesus e Maria Madalena, descobertas que são o tema do documentário "O sepulcro esquecido de Jesus'', produzido pelo cineasta, e do livro "A tumba da família de Jesus''.

As duas pequenas caixas foram achadas junto com outras oito durante uma construção na zona sul de Jerusalém. Vários tinham inscrições traduzidas como Jesus, Maria Madalena e "Judá, filho de Jesus", disse Cameron em entrevista coletiva na Biblioteca Pública de Nova York, cercado por acadêmicos e arqueólogos.

- Este é o começo de uma investigação que prossegue - disse Cameron. - Se vierem à luz coisas que destruam essa investigação, que assim seja.

Se verdadeiras, as revelações devem provocar a ira dos cristãos, por contrariar a crença de que Jesus ressuscitou e ascendeu aos céus.

O documentário segue as pegadas do enorme sucesso do romance "O Código DaVinci", que argumenta que Maria Madalena teve um filho com Jesus.

Shimon Gibson, um dos arqueólogos que descobriram a tumba, disse à Reuters na entrevista coletiva que sentia um "saudável ceticismo" em relação à idéia de que ela pertenceu à família de Jesus, mas afirmou que a idéia merece ser investigada.

Em Jerusalém, o arqueólogo local que fez escavações na área a pedido do governo contestou as conclusões do documentário. Segundo Amos Kloner, a gruta de dois mil anos continha caixões pertencentes a uma família judia cujos nomes são parecidos com os de Jesus e seus parentes.

Ah, dá muita pena, viu?
 :emoticon8: :emoticon8: :emoticon8: :emoticon8: :emoticon8: :emoticon8: :emoticon8: :emoticon8: :emoticon8: :emoticon8: :emoticon8: :emoticon8: :emoticon8: :emoticon8: :emoticon8: :emoticon8: :emoticon8: :emoticon8: :emoticon8: :emoticon8: :emoticon8: :emoticon8: :emoticon8:
O Nascedor

Por que será que o Che tem esse perigoso costume
de seguir sempre renascendo?
Quanto mais o insultam, o manipulam o radicionam, mais renasce.
Ele é o mais renascedor de todos!
Não será porque o Che dizia o que pensava, e fazia o que dizia?
Não será por isso, que segue sendo tão extraordinário, num mundo em que
as palavras e os fatos raramente se encontram?
E quando se encontram, raramente se saúdam, porque não se reconhecem?

Eduardo Galeno (Uruguai)

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Re:Evangelhos: Fidedignos ou não?
« Responder #16 Online: 02 de Novembro de 2011, 19:45 »
Vai catar mais lixo na Internet, vai.
:/
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de seguir sempre renascendo?
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Não será porque o Che dizia o que pensava, e fazia o que dizia?
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Eduardo Galeno (Uruguai)

Offline Davi Bereiano

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Re:Evangelhos: Fidedignos ou não?
« Responder #17 Online: 02 de Novembro de 2011, 19:52 »
3º ANOTE , só para você,vou entupir a tela (2ª vez que o faço neste fórum...)com OBRAS DE HISTORIADORES RENOMADOS QUE TRATAM DO ASSUNTO:

. "O Julgamento de Jesus", de Gordon Thomas (Ed. Thomas Nelson
Brasil, 2005);

Não pague este tipo de MICO, filho:

O Julgamento de Jesus
Mostra uma narrativa dramática da vida e morte de Jesus. Neste livro, o famoso jornalista Gordon Thomas nos dá um relato jornalístico baseado em pesquisas sobre a vida e crucificação de Cristo.

O livro examina a identidade de Jesus, tanto como pessoa quanto como um judeu, em um contexto histórico.

Narra a cronologia dos eventos que foram mostrados nos Evangelhos e também mostra características dos personagens que foram envolvidos.

Um ótimo registro biográfico com base bíblica, com conclusões surpreendentes.
http://www.gsmfans.com.br/index.php?topic=151385.0

Ele não é HISTORIADOR.
É JORNALEIRO!!!

A "Fonte" dele é a Bíbria.
 :emoticon12: :emoticon12: :emoticon12:
Ou seja:
Mais um livro lixo fito para arrancar dinheiro dos Fiéis trouxas, como já não bastassem os pastorecos.
 :emoticon12: :emoticon12: :emoticon12:

Não se humilhe mais,"filho".

Alguém que investiga fatos históricos --> BEM MELHOR que ateu prosélito que nega um fato aceite por qualquer criança que tem História na escolinha.

Bíblia não é fonte histórica porque seu markismo não deixa né?  :emoticon1:

Te esperam mais uma dúzia acima (tem um companheiro de farda seu inclusivé :emoticon16:..é só escolher).

P.s.: Já respondi a algo parecido para Cameron,pegue nas minhas perguntas e resolva. Veja 10 posts abaixo,boa sorte!  :emoticon13:
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Martinho Lutero

Offline Lordakner

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Re:Evangelhos: Fidedignos ou não?
« Responder #18 Online: 02 de Novembro de 2011, 19:52 »
Agora altura de trazer alguns historiadores de renome para queimar de vez o seu espantalho e aí sim,podemos passar para "seu" Maomé:

C.Behan McCullough : “The rationality of emotions and emotional behaviour”, Australasian Journal of Philosophy, 68 (1990), 44-58.

“The unifying themes of historical narratives”, Philosophy of the Social Sciences, 19 (1989), 55-74.

“Theology of atonement”, Theology, 91 (1988) 392-400.

“The virtue of cognitive relativism”, Australasian Journal of Philosophy, 66 (1988), 101-4.

“The relations between symbols and what they symbolize”, Social Science Information, 27 (1988), 295-307.

“The truth of historical narratives”, History and Theory, Beiheft 26 (1987), 30-46.

“The intelligibility of cognitive relativism:, The Monist, 67 (1984), 327-40.

“Historical realism”, Philosophy and Phenomenological Research, 40 (1980) 420-5.

“Colligation and classification in history”, History and Theory 17 (1978), 267-84.

“The nature of historical inferences” Revue Internationale de Philosophie, 121-2 (1977), 351-9

“The individuation of actions and acts”, Australasian Journal of Philosophy, 54.2 (1976), 133-9.

“Causal theories of action”, Philosophical Studies 27 (1975) 201-9.

“Historical instrumentalism”, History and Theory, 12.3 (1973), 290-306.

“Interpretation in history”, The Australian Journal of Politics and History, XVII (1971), 215-29.

“Narration and explanation in history”, Mind 78 no.310 (1969), 256-61.

“Croce’s philosophy of history”, Historical Studies, 13 (1967), 86-93


L. Michael White, Professor de História Classica e Religião, da Universidade do Texas (Austin): Fields: New Testament and Christian Origins, Graeco-Roman Religions

 Fergus Milar, Camden Professor of Ancient History, Emérito, da Universidade de Oxford: •'Transformations of Judaism under Graeco-Roman Rule', Journal of Jewish Studies 57 (2006), 139-158.

 Geofrey Ernerst Maurice of Ste Croix, Professor da Universidade de Oxford: ""É imprescindivel que comecemos com um fato central sobre as origens cristãs, à qual os teólogos e estudiosos do Novo Testamento não (até onde sei) tem dado ênfase merecida: a de que embora os documentos mais antigo cristãs tenham sido escritos em grego, e o Cristianismo tenha se espalhado de cidade em cidade no mundo greco-romano, seu fundador viveu e pregou quase inteiramente fora da civilização greco-romana propriamente dita" (esse daí,um colega seu,marxista roxo)

"Concluo, portanto, que a este respeito os Evangelistas refletem exatamente a situação que encontraram em suas fontes, e parece-me que essas fontes muito provávelmente apresentam um retrato fiel do locus geral da atividade de Jesus."(1)


(1)Geoffrey Ernest Maurice de Ste Croix (1983), The Class Struggle in the Ancient Greek World: From the Arcaic Period to the Arab Conquest, fl. 429-430


Cite as passagens dos referidos autores, onde eles AFIRMAM a veracidade Histórica de Jesus e prove que sequer LEU uma das obras citadas.
(E não ficou apenas no trabalho de CATAR LIXO da Internet)
No aguardo.
:/
O Nascedor

Por que será que o Che tem esse perigoso costume
de seguir sempre renascendo?
Quanto mais o insultam, o manipulam o radicionam, mais renasce.
Ele é o mais renascedor de todos!
Não será porque o Che dizia o que pensava, e fazia o que dizia?
Não será por isso, que segue sendo tão extraordinário, num mundo em que
as palavras e os fatos raramente se encontram?
E quando se encontram, raramente se saúdam, porque não se reconhecem?

Eduardo Galeno (Uruguai)

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Re:Evangelhos: Fidedignos ou não?
« Responder #19 Online: 02 de Novembro de 2011, 19:55 »
Bíblia não é fonte histórica porque seu markismo não deixa né? 
Não.
A Bíblia não é fonte histórica porque é um livro de MITOLOGIA JUDAICA.
Também não é porque ninguém, em sã conciência, acredita em "Cobra Que Fala".
:/
O Nascedor

Por que será que o Che tem esse perigoso costume
de seguir sempre renascendo?
Quanto mais o insultam, o manipulam o radicionam, mais renasce.
Ele é o mais renascedor de todos!
Não será porque o Che dizia o que pensava, e fazia o que dizia?
Não será por isso, que segue sendo tão extraordinário, num mundo em que
as palavras e os fatos raramente se encontram?
E quando se encontram, raramente se saúdam, porque não se reconhecem?

Eduardo Galeno (Uruguai)