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« Responder #160 : 26 de Abril de 2010, 23:42 » |
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Não se "paga" o lucro. Isso é um paradoxo, e dos mais boçais.
Se paga sim. Uma parte do preço é lucro, não custo, e temos que pagar tudo. Então teoricamente daria para se pegar um ano de compras, separar o lucro e o custo do total, então vermos quanto tempo precisaríamos ter trabalhado para pagar por esse ano de compras, se o trabalho que as produziu em vez de assalariado, fosse escravo.
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« Responder #161 : 26 de Abril de 2010, 23:43 » |
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Você acha que alguém faz algum investimento esperando não ter lucro?
Não. Só disse que se o ágio é riqueza gerada deve ser contabilizado. A riqueza gerada É contabilizada. Achei que o que estava em discussão era a distribuição da mesma.
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« Responder #162 : 26 de Abril de 2010, 23:44 » |
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Não se "paga" o lucro. Isso é um paradoxo, e dos mais boçais.
Se paga sim. Uma parte do preço é lucro, não custo, e temos que pagar tudo. Então teoricamente daria para se pegar um ano de compras, separar o lucro e o custo do total, então vermos quanto tempo precisaríamos ter trabalhado para pagar por esse ano de compras, se em vez de assalariado, fosse escravo. O lucro não é uma parte do preço, o preço pode gerar lucro ou não. Eu questionei a formulação da ideia mesmo. Lucro é algo essencialmente positivo, não há como se contabilizar um "pagamento" para isso.
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« Responder #163 : 26 de Abril de 2010, 23:48 » |
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Bem, dependendo de todo um esquema mais complicado, como uma empresa que está começando, o preço não vai dar lucro imediatamente, mas se considerarmos uma empresa já andando, já paga, então o preço de seus produtos ou serviços deve sim incluir o lucro, a menos que seja um negócio dirigido por gente muito burra. Claro, o cálculo para definição do preço não é garantia absoluta de que vai se ter esse lucro, se é isso que está colocando. Mas em uma situação idealizada ainda suficientemente realista, acho que seria sim possível (ainda que muito trabalhoso) separar os custos dos lucros, e então estimar o quanto as pessoas precisariam pagar por trabalho escravo, como deseja o Comissário dos Senhores de Escravo.
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« Responder #164 : 26 de Abril de 2010, 23:51 » |
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Você acha que alguém faz algum investimento esperando não ter lucro?
Não. Só disse que se o ágio é riqueza gerada deve ser contabilizado. A riqueza gerada É contabilizada. Achei que o que estava em discussão era a distribuição da mesma. É a parcela do valor de cada produto que servirá ao auferidor de lucro. Exemplo: 
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« Responder #165 : 26 de Abril de 2010, 23:52 » |
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Bem, dependendo de todo um esquema mais complicado, como uma empresa que está começando, o preço não vai dar lucro imediatamente, mas se considerarmos uma empresa já andando, já paga, então o preço de seus produtos ou serviços deve sim incluir o lucro, a menos que seja um negócio dirigido por gente muito burra. Claro, o cálculo para definição do preço não é garantia absoluta de que vai se ter esse lucro, se é isso que está colocando. Mas em uma situação idealizada ainda suficientemente realista, acho que seria sim possível (ainda que muito trabalhoso) separar os custos dos lucros, e então estimar o quanto as pessoas precisariam pagar por trabalho escravo, como deseja o Comissário dos Senhores de Escravo.
Então, mas quando der lucro pode sair o valor na nota?
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« Responder #166 : 26 de Abril de 2010, 23:54 » |
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Bem, dependendo de todo um esquema mais complicado, como uma empresa que está começando, o preço não vai dar lucro imediatamente, mas se considerarmos uma empresa já andando, já paga, então o preço de seus produtos ou serviços deve sim incluir o lucro, a menos que seja um negócio dirigido por gente muito burra. Claro, o cálculo para definição do preço não é garantia absoluta de que vai se ter esse lucro, se é isso que está colocando. Mas em uma situação idealizada ainda suficientemente realista, acho que seria sim possível (ainda que muito trabalhoso) separar os custos dos lucros, e então estimar o quanto as pessoas precisariam pagar por trabalho escravo, como deseja o Comissário dos Senhores de Escravo.
Anátema, eu fiz uma crítica semântica à construção da frase. Não precisa ir tão longe. Mas, quanto ao raciocínio, acho que isso acontece até mesmo em grandes empresas. Pequenos movimentos de superprodução são comuns, um mercado mesmo não vai ter lucro em todas as operações que realizar. Mas isso não tem nada a ver com "pagar o lucro".
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« Responder #167 : 26 de Abril de 2010, 23:54 » |
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Não se "paga" o lucro. Isso é um paradoxo, e dos mais boçais.
É possível que você demonstre essa afirmação? Sim. Segundo a Wiki, "lucro é o retorno positivo de um investimento feito por um indíviduo ou uma pessoa nos negócios." Partindo dessa pressuposição, não se pode PAGAR um retorno positivo, pode-se AUFERIR um retorno positivo. O que se paga é uma dívida. O retorno positivo é possível por que alguém paga pela transformação financiada pelo investimento. Não necessariamente. O PIB é crescente, não é sempre que alguém ficará mais pobre para que outro fique mais rico. Um PIB crescente e a desproporção de rendas constante e/ou cada vez mais gritante contraria isso, matematicamente. Não contraria. Se a ideia é que a riqueza é estanque, como queriam os primeiros marxistas, o PIB nunca poderia crescer. É justo o contrário o que ocorre, o número de países ricos do mundo aumentou gradativamente, junto com a riqueza mundial. Se essa riqueza cresce proporcionalmente ou não, já é outro problema. Um problema que nos interessa, e muito.
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“Ante a imagem de Augusto César Sandino e Ernesto Che Guevara, ante a recordação dos heróis e mártires da Nicarágua, da América Latina e de toda a humanidade, ante a história, pouso a mão sobre a bandeira vermelha e negra, o que significa Pátria Livre ou Morrer."
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« Responder #168 : 26 de Abril de 2010, 23:55 » |
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Não se "paga" o lucro. Isso é um paradoxo, e dos mais boçais.
É possível que você demonstre essa afirmação? Sim. Segundo a Wiki, "lucro é o retorno positivo de um investimento feito por um indíviduo ou uma pessoa nos negócios." Partindo dessa pressuposição, não se pode PAGAR um retorno positivo, pode-se AUFERIR um retorno positivo. O que se paga é uma dívida. O retorno positivo é possível por que alguém paga pela transformação financiada pelo investimento. Não necessariamente. O PIB é crescente, não é sempre que alguém ficará mais pobre para que outro fique mais rico. Um PIB crescente e a desproporção de rendas constante e/ou cada vez mais gritante contraria isso, matematicamente. Não contraria. Se a ideia é que a riqueza é estanque, como queriam os primeiros marxistas, o PIB nunca poderia crescer. É justo o contrário o que ocorre, o número de países ricos do mundo aumentou gradativamente, junto com a riqueza mundial. Se essa riqueza cresce proporcionalmente ou não, já é outro problema. Um problema que nos interessa, e muito. Sim, e esse é o cerne da discussão, e não se a riqueza é crescente ou não. Já está mais do que óbvio que ela é.
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« Responder #169 : 26 de Abril de 2010, 23:57 » |
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Você acha que alguém faz algum investimento esperando não ter lucro?
O Estado faz. Quando vacina crianças contra Pólio, por exemplo.  O Lordakner acha que pólio é superstição.
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« Responder #170 : 26 de Abril de 2010, 23:57 » |
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Não se "paga" o lucro. Isso é um paradoxo, e dos mais boçais.
Se paga sim. Uma parte do preço é lucro, não custo, e temos que pagar tudo. Então teoricamente daria para se pegar um ano de compras, separar o lucro e o custo do total, então vermos quanto tempo precisaríamos ter trabalhado para pagar por esse ano de compras, se em vez de assalariado, fosse escravo. O lucro não é uma parte do preço, o preço pode gerar lucro ou não. Eu questionei a formulação da ideia mesmo. Lucro é algo essencialmente positivo, não há como se contabilizar um "pagamento" para isso. Nem uma aproximação muito bem elaborada?
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« Responder #171 : 27 de Abril de 2010, 00:01 » |
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Eu não entendi, ou não concordo, com a implicância ressalva do Samael. Acho que se não desse para falar em "pagar os lucros", então em vez dos dirigentes duma empresa sentarem e fazerem seu planejamento financeiro, ficariam apenas todos numa sala correndo em círculos, agitando os braços, gritando e babando, e esperando que no fim, tudo desse certo.
Peraí, eu acabei descrevendo o pregão da bolsa de valores.
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« Responder #172 : 27 de Abril de 2010, 00:01 » |
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Comissário do Povo, você tem um aviso, Quem pediu debater foi você, portanto, NÃO FUJA OS ASSUNTOS QUE VOCÊ PERGUNTOU E OUTROS RESPONDERAM AS SUAS PERGUNTAS. Já dei mais chances, você está correndo risco de suspensão postando demais o Leão Montanha. Lembrem que eles estudam, tentaram repensar sua pergunta, então, mostre o respeito com outros!
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« Responder #173 : 27 de Abril de 2010, 00:02 » |
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Comissário do Povo, você tem um aviso, Quem pediu debater foi você, portanto, NÃO FUJA OS ASSUNTOS QUE VOCÊ PERGUNTOU E OUTROS RESPONDERAM AS SUAS PERGUNTAS. Já dei mais chances, você está correndo risco de suspensão postando demais o Leão Montanha. Lembrem que eles estudam, tentaram repensar sua pergunta, então, mostre o respeito com outros!
Não estou mais postando o leão.
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« Responder #174 : 27 de Abril de 2010, 00:05 » |
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Comissário do Povo, você tem um aviso, Quem pediu debater foi você, portanto, NÃO FUJA OS ASSUNTOS QUE VOCÊ PERGUNTOU E OUTROS RESPONDERAM AS SUAS PERGUNTAS. Já dei mais chances, você está correndo risco de suspensão postando demais o Leão Montanha. Lembrem que eles estudam, tentaram repensar sua pergunta, então, mostre o respeito com outros!

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« Responder #175 : 27 de Abril de 2010, 00:06 » |
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Não se "paga" o lucro. Isso é um paradoxo, e dos mais boçais.
Se paga sim. Uma parte do preço é lucro, não custo, e temos que pagar tudo. Então teoricamente daria para se pegar um ano de compras, separar o lucro e o custo do total, então vermos quanto tempo precisaríamos ter trabalhado para pagar por esse ano de compras, se em vez de assalariado, fosse escravo. O lucro não é uma parte do preço, o preço pode gerar lucro ou não. Eu questionei a formulação da ideia mesmo. Lucro é algo essencialmente positivo, não há como se contabilizar um "pagamento" para isso. Existe o "Lucro presumido", sobre o qual se paga Imposto: PESSOAS JURÍDICAS AUTORIZADAS A OPTAR A PARTIR DE 2.003 A partir de 01.01.2003, a pessoa jurídica cuja receita bruta total, no ano-calendário anterior, tenha sido igual ou inferior a R$ 48.000.000,00 (quarenta e oito milhões de reais), ou a R$ 4.000.000,00 (quatro milhões de reais) multiplicado pelo número de meses de atividade do ano-calendário anterior, quando inferior a 12 (doze) meses, poderá optar pelo regime de tributação com base no lucro presumido. http://www.portaltributario.com.br/guia/lucro_presumido.htmlE há o pagamento de lucros, sim: Hauly solicita informações a respeito do pagamento de lucros pelas empresas estatais
O deputado Luiz Carlos Hauly (PSDB-PR) apresentou requerimento solicitando informações ao Ministro da Fazenda, Guido Mantega, sobre os valores distribuídos a título de Participação nos Lucros ou Resultados (PLR) a empregados das empresas estatais federais.O tucano quer esclarecimentos sobre o montante dos valores repassados a título de PLR entre os anos de 2003 a 2009, a cada uma das empresas que possuem participação acionária, majoritária ou minoritária, da União ou Tesouro Nacional, seja sociedade de economia mista, empresa pública ou sociedade anônima. O deputado solicita ainda que devem ser ainda especificados a empresa e o cargo ou função exercida pelo beneficiário da PLR. O tucano lembrou recente matéria publicada na imprensa que destacou a elevação dos valores pagos a empregados de empresas estatais a título de participação nos lucros e resultados. “Por isso, para verificar esses valores pagos, bem como a produtividade da empresa/empregado beneficiada com tais valores, é de grande importância ter conhecimento da quantia repassada”, justificou. http://www.jornalpequeno.com.br/2010/2/20/hauly-solicita-informacoes-a-respeito-do-pagamento-de-lucros-pelas-empresas-estatais-136774.htm
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« Responder #176 : 27 de Abril de 2010, 00:09 » |
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Eu não entendi, ou não concordo, com a implicância ressalva do Samael. Acho que se não desse para falar em "pagar os lucros", então em vez dos dirigentes duma empresa sentarem e fazerem seu planejamento financeiro, ficariam apenas todos numa sala correndo em círculos, agitando os braços, gritando e babando, e esperando que no fim, tudo desse certo.
Peraí, eu acabei descrevendo o pregão da bolsa de valores.
O valor do lucro do produto citado na nota é a socialização da bolsa de valores.
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« Responder #177 : 27 de Abril de 2010, 00:10 » |
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Hein?
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« Responder #178 : 27 de Abril de 2010, 00:11 » |
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Eu não entendi, ou não concordo, com a implicância ressalva do Samael. Acho que se não desse para falar em "pagar os lucros", então em vez dos dirigentes duma empresa sentarem e fazerem seu planejamento financeiro, ficariam apenas todos numa sala correndo em círculos, agitando os braços, gritando e babando, e esperando que no fim, tudo desse certo.
Peraí, eu acabei descrevendo o pregão da bolsa de valores.
Cristo Rei. Você postou algo inteligível e inteligente.  Vou fazer print! A posteridade requer. :/
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« Responder #179 : 27 de Abril de 2010, 00:17 » |
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Eu não entendi, ou não concordo, com a implicância ressalva do Samael. Acho que se não desse para falar em "pagar os lucros", então em vez dos dirigentes duma empresa sentarem e fazerem seu planejamento financeiro, ficariam apenas todos numa sala correndo em círculos, agitando os braços, gritando e babando, e esperando que no fim, tudo desse certo.
Peraí, eu acabei descrevendo o pregão da bolsa de valores.
O valor do lucro do produto citado na nota é a socialização da bolsa de valores. Hein?
As pessoas agitavam os braços na bolsa de valores por que cada uma sabia quanto foi pago em cada ação. No mercado a informação sobre o ágio é desconhecida no momento da transação.
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