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« : 30 de Agosto de 2009, 16:31 » |
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 25/08/2009
Produtividade no setor público supera a do setor privado
O Ipea avaliou a evolução da diferença de produtividade entre esses dois setores entre 1995 e 2006. “Em todos os anos pesquisados, a produtividade da administração pública foi maior do que a registrada no setor privado. E essa diferença foi sempre superior a 35%”, diz o presidente do instituto, Marcio Pochmann (foto). “Há muita ideologia e poucos dados nas argumentações de que o Estado é improdutivo, e os números mostram isso: a produtividade na administração pública cresceu 1,1% a mais do que o crescimento produtivo contabilizado no setor privado, durante todo o período analisado”, acrescenta.
Redação - Carta Maior
A administração pública é mais produtiva do que o setor privado. Essa foi uma das conclusões a que chegou o estudo Produtividade na Administração Pública Brasileira: Trajetória Recente, divulgado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada. O Ipea avaliou a evolução da diferença de produtividade entre esses dois setores entre 1995 e 2006.
“Em todos os anos pesquisados, a produtividade da administração pública foi maior do que a registrada no setor privado. E essa diferença foi sempre superior a 35%”, afirmou o presidente do Ipea, Marcio Pochmann, ao divulgar o estudo. “No último ano do estudo [2006], por exemplo, a administração pública teve uma produtividade 46,6% maior [do que a do setor privado]. O ano em que essa diferença foi menor foi 1997, quando a pública registrou produtividade 35,4% superior à da privada”.
O estudo diz que entre 1995 e 2006 a produtividade na administração pública cresceu 14,7%, enquanto no setor privado esse crescimento foi de 13,5%. “Há muita ideologia e poucos dados nas argumentações de que o Estado é improdutivo, e os números mostram isso: a produtividade na administração pública cresceu 1,1% a mais do que o crescimento produtivo contabilizado no setor privado, durante todo o período analisado”.
Segundo o Ipea, a administração pública é responsável por 11,6% do total de ocupados no Brasil. No entanto, representa 15,5% do valor agregado da produção nacional. “A produção na administração pública aumentou 43,3% entre 1995 e 2006, crescimento que ficou mais evidente a partir de 2004. No mesmo período, os empregos públicos aumentaram apenas 25%. Isso mostra que a produtividade aumentou mais do que a ocupação”, argumentou o presidente do Ipea. "Esse estudo representa a configuração de uma quebra de paradigma, porque acabou desconstruindo o mito de que o setor público é ineficiente”, defendeu Pochmann.
Entre os motivos que justificariam o aumento da eficiência produtiva da administração pública, Pochmann destacou as recentes inovações, principalmente ligadas às áreas tecnológicas que envolvem Informática; os processos mais eficientes de licitação; e a certificação digital, bem como a renovação do serviço público, por meio de concursos.
O presidente do Ipea lembrou ainda que as administrações estaduais que adotaram medidas de choque de gestão, como São Paulo, Minas Gerais e Rio Grande do Sul, não constam entre aquelas com melhor desempenho na produtividade. "Ou tiveram ganho muito baixo, ou ficaram abaixo da média de 1995 a 2006", afirmou, ressalvando que essa comparação não era objetivo do estudo, mas foi uma das conclusões observadas.
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« Última modificação: 30 de Agosto de 2009, 16:45 por O Comissário do Povo »
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« Responder #1 : 30 de Agosto de 2009, 19:30 » |
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Claro! Com o estado espoliando de forma canalha o contribuinte... Só um comunista babão e agitador de braços para comemorar o quanto o estado parasita impede o progresso e o bem do cidadão.
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« Responder #2 : 30 de Agosto de 2009, 20:09 » |
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Qual parte do texto você não entendeu?
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« Responder #3 : 30 de Agosto de 2009, 20:10 » |
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Todas que não estavam desenhadas. 
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“Ante a imagem de Augusto César Sandino e Ernesto Che Guevara, ante a recordação dos heróis e mártires da Nicarágua, da América Latina e de toda a humanidade, ante a história, pouso a mão sobre a bandeira vermelha e negra, o que significa Pátria Livre ou Morrer."
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« Responder #4 : 30 de Agosto de 2009, 20:10 » |
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VIVA O CAPITALISMO DE ESTADO...
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« Responder #5 : 30 de Agosto de 2009, 20:11 » |
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Claro! Com o estado espoliando de forma canalha o contribuinte... Só um comunista babão e agitador de braços para comemorar o quanto o estado parasita impede o progresso e o bem do cidadão.
produtividade pro.du.ti.vi.da.de sf (produtivo+i+dade) 1 Qualidade ou estado de produtivo; faculdade de produzir. 2 Rendimento de uma atividade econômica em função de tempo, área, capital, pessoal e outros fatores de produção. 3 Fecundidade, fertilidade.
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« Última modificação: 30 de Agosto de 2009, 20:17 por O Comissário do Povo »
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« Responder #6 : 30 de Agosto de 2009, 20:17 » |
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VIVA O CAPITALISMO DE ESTADO...
Quando se quer entrar num buraco de rato, de rato você tem que transar. Já dizia Raú.
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« Responder #7 : 30 de Agosto de 2009, 20:24 » |
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Claro! Com o estado espoliando de forma canalha o contribuinte... Só um comunista babão e agitador de braços para comemorar o quanto o estado parasita impede o progresso e o bem do cidadão.
produtividade pro.du.ti.vi.da.de sf (produtivo+i+dade) 1 Qualidade ou estado de produtivo; faculdade de produzir. 2 Rendimento de uma atividade econômica em função de tempo, área, capital, pessoal e outros fatores de produção. 3 Fecundidade, fertilidade. Assim. Para a inidiativa privada, as pessoas precisam querer e poder pagar pelo que se oferece. Para o governo, não. O governo força as pessoas a pagarem pelo que ele decidir que deve ser produzido, e não importam muito os custos também. Por isso é mais fácil o estado ser "mais produtivo". Ainda mais se ao mesmo tempo dificulta a geração de empregos e empreendimentos no setor privado através de regulações desnecessárias. Você pode fazer uma analogia com a máfia, por exemplo; provavelmente produtores associados aos mafiosos serão "mais produtivos" do que os não associados.
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« Responder #8 : 30 de Agosto de 2009, 20:53 » |
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Dexa ver se eu entendi:
Segundo o Monstro Aporrinhável as pessoas compõem uma instituição que as obriga a consumirem o que não querem.
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« Responder #9 : 30 de Agosto de 2009, 20:54 » |
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Dexa ver se eu entendi:
Segundo o Monstro Aporrinhável as pessoas compõem uma instituição que as obriga a consumirem o que não querem.
É. Tipo água potável.
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“Ante a imagem de Augusto César Sandino e Ernesto Che Guevara, ante a recordação dos heróis e mártires da Nicarágua, da América Latina e de toda a humanidade, ante a história, pouso a mão sobre a bandeira vermelha e negra, o que significa Pátria Livre ou Morrer."
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« Responder #10 : 30 de Agosto de 2009, 21:00 » |
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Dexa ver se eu entendi:
Segundo o Monstro Aporrinhável as pessoas compõem uma instituição que as obriga a consumirem o que não querem.
É. Tipo água potável. Pultz! Esse estado é malvado demais. Regressemos ao neolítico Instituemos o anarquismo. Peraí, o anarquismo pode ser instituído?
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« Responder #11 : 30 de Agosto de 2009, 21:22 » |
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Dexa ver se eu entendi:
Segundo o Monstro Aporrinhável as pessoas compõem uma instituição que as obriga a consumirem o que não querem.
Só estava explicando o "raciocínio" direitista, companheiros.
Eu também penso que são essenciais e valem cada tostão do salário pago aos nossos heróis representantes no governo coisas como a determinação da capoeira como patrimônio cultural brasileiro; o ministério da igualdade racial (pois antes era tudo isonômico e racista, por não privilegiar as minorias, mas tratá-las como iguais); criação de datas comemorativas importantíssimas como o dia do Saci, etc. São necessidades do povo que jamais seriam satisfeitas pela iniciativa privada.
Também acho que como apenas o goveno é capaz de fornecer água potável, o mesmo deve valer para tudo mais que se imaginar poder ser razoavelmente necessário.
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« Responder #12 : 30 de Agosto de 2009, 21:27 » |
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O Monstro Abominável acha que num mundo verdadeiramente livre a coca-cola forneceria água potalizada por um processo secreto.
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« Última modificação: 30 de Agosto de 2009, 21:46 por O Comissário do Povo »
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« Responder #13 : 30 de Agosto de 2009, 23:07 » |
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« Responder #14 : 31 de Agosto de 2009, 18:16 » |
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O Monstro Abominável acha que num mundo verdadeiramente livre a coca-cola forneceria água potalizada por um processo secreto.
Num mundo verdadeiramente livre estaríamos livres da KKKoca-cola.
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« Responder #15 : 31 de Agosto de 2009, 19:25 » |
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Você pode fazer uma analogia com a máfia, por exemplo; provavelmente produtores associados aos mafiosos serão "mais produtivos" do que os não associados.
Pior! O que eles estão comemorando é como comemorar que os negócios da máfia vão muito melhor do que aqueles que ela extorque.
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« Responder #16 : 01 de Setembro de 2009, 08:03 » |
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Bem nebuloso o "estudo". Pra começar, administrar não agrega valor ao produto.
Outra coisa engraçada é que até a Toyota quebra a cabeça para estudar a parte burocratica da empresa, tentando mapear seus processos e eliminar desperdício.
Calcular produtividade em setor burocratico é uma tarefa complicada até para os maiores interessados em LUCRAR (olha só a palavra diabolica).
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O ENCOSTO Onde houver fé, levarei a dúvida.
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« Responder #17 : 01 de Setembro de 2009, 08:11 » |
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Por que o encosto é tão merda e retardado? Engraçado, quando aparece um número desfavorável ao governo, esse merda que come velha ordinária cancerosa repete até não poder mais. Quando é a favor, ele questiona.
Se fosse um estudo mostrando algo negativo, o enmerda ia repetir feito mongolóide várias vezes e não questionaria.
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 プログレッシブ・ロックが大好きになったキッカケの曲です。:\
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« Responder #18 : 01 de Setembro de 2009, 08:13 » |
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Produtividade no setor público e no setor privado, a pesquisa do IPEA A FENEAP e boa parte da mídia divulgaram a recente pesquisa do IPEA sobre a produtividade nos setores público e privada. Os resultados espantaram o leitor atento: em 2006, o Estado foi 46% mais produtivo do que o mercado. Ué, como é possível medir? Na verdade, não é possível. A metodologia desse estudo é absurda. Marcio Pochmann assumiu que: Produtividade = Execução Orçamentária / Ocupação do Trabalho. Ou seja, ele tentou de modo equivocado transpor o conceito da economia industrial para a complexa realidade dos serviços públicos. Disso concluiu e divulgou para mídia despreparada (um assunto já batido por aqui) que Estados que buscaram modernizar a gestão, como Minas Gerais, foram menos produtivos. Sei… O fato é que tanto Estado como o Mercado são dois espaços gigantescos de produção e repletos de setores cujas especificidades de maneira alguma podem ser compiladas em pacotes, e esses pacotes nem menos podem ser ancorados sobre uma balança para compará-los. Um Estado que demanda mais segurança pública ou educação, por exemplo, certamente requer mais funcionários do que um Estado cujo dilema é incentivo ao desenvolvimento turístico. Não é como uma indústria. A questão não é lucro versus número de funcionários, nem Execução da Receita versus Servidores Públicos, como sugerido pelo IPEA. O raciocínio de Pochmann – de que quanto mais funcionários e mais execução orçamentária, mais produtivo é o Estado – não é válido. O proposto indicador de produtividade não é útil para nada, não é parâmetro de comparação com nenhuma outra informação; eis, portanto, vazio em seu significado: uma armadilha numérica. A repercussão da notícia em uma série de listas de emails e comunidades virtuais, a meu ver, reflete infelizmente a falta de senso crítico na leitura de cidadãos, até mesmo universitários capacitados em áreas de ciências sociais aplicadas. E, não esqueçam!, isto sinaliza também a irresponsabilidade de um instituto oficial divulgar uma tão descabida pesquisa. http://ldamasio.wordpress.com/2009/08/25/produtividade-no-setor-publico-e-no-setor-privado-a-pesquisa-do-ipea/
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« Responder #19 : 01 de Setembro de 2009, 08:15 » |
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Ipea comete erro elementar para validar política do governo O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) está divulgando um “Comunicado da Presidência” afirmando que a produtividade do setor público, principalmente nos últimos anos no governo Lula, cresceu mais que do setor privado. Mas economistas com quem eu conversei dizem que é um erro técnico elementar: não se compara valor adicionado dos setores público e privado. O Ipea mudou totalmente na atual gestão. O papel do órgão sempre foi o de fazer análises críticas das políticas públicas, inclusive para ajudar o governo a corrigir seus rumos. Mas agora ele passou a ser um braço no Palácio do Planalto, pelo menos na direção. Os funcionários que fazem parte da estrutura do órgão, economistas, continuam fazendo seus trabalhos bem feitos. O “Comunicado da Presidência” não existia. Foi uma invenção da atual gestão. O que existia eram notas técnicas de técnicos e economistas do Ipea. Esses comunicados agora são normalmente feitos sob medida para justificar alguma medida do governo ou defender o governo em alguma briga. Samuel Pessoa e José Roberto Afonso, que fazem parte da equipe de técnicos de Tasso Jereissati, portanto da oposição, me explicaram ontem à noite por que tecnicamente não se pode comparar aumento da produtividade dos setores público e privado. No setor industrial, você mede quantos carros a mais se faz com o mesmo número de funcionários. Mas e no setor público, o que é produção? É uma atividade não mercantil. No setor público, o que seria o valor adicionado? Pela regra internacional da ONU e que o IBGE segue corretamente nas contas nacionais, a produtividade está relacionada a certas despesas, como salário. Quando o governo aumenta muito o salário dos funcionários, ele aumenta a produtividade. Quando carta da presidência do Ipea compara o crescimento da produtividade de 1995 a 2004 da administração pública estado por estado aparecem umas coisas esquisitas, como Roraima com aumento de 136%, estado que mais cresceu a produtividade no Brasil. Alagoas foi o terceiro maior com 53%. E quem está na lanterninha? Rio de Janeiro e Espírito Santo. O Espírito Santo teve queda de produtividade porque fez um ajuste fiscal e reduziu o número de funcionários, melhorou a qualidade do serviço. Isso reduziu as despesas do setor público. Por essa maneira de fazer a conta, houve queda de produtividade. São Paulo teve aumento de 1,7% de produtividade nesse período, enquanto Roraima teve um aumento de 136%. A carta é tecnicamente equivocada segundo os dois economistas. Eles disseram até que não entendem porque o presidente do Ipea cometeu esse erro muito elementar: não se compara produtividade do setor público com o do setor privado. É algo que se aprende logo no começo de um curso de economia. http://oglobo.globo.com/economia/miriam/posts/2009/08/26/ipea-comete-erro-elementar-para-validar-politica-do-governo-217495.asp
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